como deuses imperfeitos;
Eu ainda me lembro, quase como um quadro feito a tinta aguada e fraca, dos prédios subindo aos céus, infinitos. Dos pequenos carros dando voltas tolas, do barulho tão frágil lá embaixo.
E nós dois só observávamos, como deuses imperfeitos, curtindo nossas imperfeições. Brincando de deuses, brincando de céu.
A pequena janela se abriria mais uma vez. O vento entraria. Passearíamos um pouco por nós mesmos.
Tudo lá embaixo e nós, como deuses imperfeitos, observando.