January 2012
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i've never found a door;
Ainda que não acredite, agora me pergunto se deveria ter me focado no branco. Não faz muito tempo desde que me certifiquei de que darei primazia à paz. Seja na vida, aqui dentro ou lá fora.
Escrever, inventar, criar.
December 2011
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Entre cidades que não conheço e antigos receios
A beleza escondida da mulher de negro, sentada elegante naquela escada antiga, prendeu meus olhos nesta tela morta. Havia vida e havia força, desafiando minhas preconcepções. E prefiro ver, no desafio de estar errado, um aprendizado, e não uma derrota ou vergonha. Aprendo a sorrir quando sou surpreendido, a admirar quando minhas ideias cambaleiam.
Mas, no final, ela ainda está presa nessa minha...
Prólogo;
Ainda me lembro da vela que se apagou quando ele entrou pela primeira vez no cômodo mal iluminado. O lápis que, assumindo vida, dançava em minha mão, subitamente parou sob o papel. Com a vista baixa, primeiramente vi seus sapatos de couro, empoeirados e cansados, como quem precisa andar sem não mais conseguir. Todo seu semblante era como aquele sapato: cansado, marcado pelo tempo, numa...
aunque tu no lo sepas
(…)
También hemos hablado en la cama, sin prisa, muchas tardes esta cama de amor que no conoces, la misma que se queda fría cuanto te marchas. Aunque tú no lo sepas te inventaba conmigo, hicimos mil proyectos, paseamos por todas las ciudades que te gustan, recordamos canciones, elegimos renuncias, aprendiendo los dos a convivir entre la realidad y el pensamiento.
Luis García...
todo (nada) sobre tus ojos azules;
Sabes que eres, creo, más que ochenta por ciento de todo lo que soy? Todo que hago es en tu favor o en oposición a ti. Eres mi norte.
Y pienso que, cuando me miras con tus ojos azules, quieta y con una sonrisa calma y escondida, pongo un poquito de mi en ti. Me siento como si estuviera invadiendo tus ojos azules. Parecen brillar como estrellas.
Y yo, uno de tus tantos satelites, solamente pido...
cortes;
O corte conhecido é mais frequente. Mas ao menos é cirúrgico, sistemático, direcionado e rápido.
E este seu corte, que nem ao menos sei se realmente se constrói, que pode ser profundo e desconexo, não intencional e caótico?
Não basta saber lidar com as feridas, mas também reconhecer seus tipos.
A dúvida ainda persiste: vale a pena a precaução quando o risco de imaginar uma ferida inexistente...
Eu escrevi um poema triste
E belo, apenas da sua tristeza.
Não vem de ti essa...
– Mario Quintana - A Cor do Invisível
November 2011
9 posts
lar;
Que as palavras encontrem a casa.
Overthinking. Expectations.
Paz?
eu queria ser um poeta;
Eu queria ser um poeta
Escrever sobre corpos,
Sobre musas, numa reta.
O skatista na praia,
A menina que passa, de saia.
Corpos.
Bombas de sentimento,
E o vento?
Amores que invento
Queria escrever sobre tudo
Sobretudo
Sobre o nada.
Por em palavras, vagas
O que o corpo, torto
Não esconde, rompe?
Falar com alegria
da vida de quem cria
Moldar corpos,
Virar copos.
Eu...
uma carta que recebi;
Fazia frio. O vento bagunçava os meus cabelos e enxergava somente manchas de luz a minha frente. Um colorido frenético e instável, bem diluído. De vez em quando tudo era preto. De vez em quando tudo era branco.
Mas fato é que recebi uma carta. Assim, do nada. Não havia café sobre a mesa, a luz não estava meio-acesa de um laranja típico. Recebi aquela carta por completo, sem temor de rasgar seu...
a mesma mão (ou "da bipolaridade")
É a mesma mão que agora observo que há pouco tempo tocava seu cabelo. Pouco tempo? Acho que vivo num paradoxo temporal, onde o muito e pouco são cambiáveis e o “já” e “ainda” são quase sinônimos.
Por que tamanha lembrança me vem agora? Devo enxergar esse ciclo de nostalgia versus otimismo de que forma?
Era fácil olhar pra trás e sorrir. E depois olhar pra frente.
Pra...
falta uma política interna;
Se exijo mudanças pra fora, com esta casa bagunçada, eu mesmo quebro meus castelos e meus discursos. Onde está a legitimidade?
E a força?
c'est fragile
Há malas demais. Não há trem que aguente tanto passado, tanta lembrança. Permaneço na estação: lotada e impiedosa.
Alguns esbarram, outros só acenam. A ajuda oferecida só acaba deixando mais bagagem. E o peso parece me impedir de andar.
Os adesivos, aparentemente inúteis, alertam quanto à fragilidade. Será que nem eu consigo ler?
E os trens ficam parados em seus trilhos: não se anda pra frente...
sangria;
Doa, coração, doa.
Doa que doer te aquece.
Sangre que sangrar esquece.
E se forem para retornar as imaginações, os delírios e os planos, que retornem ainda mais vivos.
Mas, por enquanto, doa.
Doa quente.
Doa dúvida.
Doa.
anxiety;
Às vezes fico tão ansioso só com a fagulha de um pensamento. Meu coração parece querer explodir, sinto meu sangue borbulhar. Minhas mãos se movem sem razão e sem objetivo. Meu peito segura um coração ansioso.
O nervosismo me pega desprevinido. Que pensamentos tão distintos são estes que, de forma mais ou menos semelhante, me transformam nessa patética, rápida e desastrosa versão de mim?
A...
October 2011
3 posts
para ser lembrado;
A falta de necessidade das palavras a princípio me foi estranha. Seria insuportável, na verdade, se não houvesse me lembrado de que nem só de palavras vive a comunicação. Por vezes - e, até agora, têm sido poucas -, as palavras se tornam incapazes. E, indefesas, se escondem no sussurro ou no gaguejar.
Fato é que meu coração pula quando sinto essa energia estranha. Digna de um bom filme de sci-fi....
Sombra e noite
Talvez tenha sido demasiadamente significativo te dizer que “sozinho seria triste”. Como posso entregar tanto de mim sem nem desejar? Parece que vou me deixando aos poucos pelos cantos, pelas palavras, pelas pessoas. E será que elas entendem? Será que recolhem meus pedaços, guardam com carinho? Será que brincam despretensiosas?
A insegurança vem sem dizer “voltei”, mesmo chegando mudada. E eu, que...
Quilômetros por hora.
As palavras aparecem como em paz. Entendo a fúria de um texto não pensado, a velocidade de um poema forte. Mas as palavras só me saem do bolso na paz. Na tranquilidade de sentar, pensar, e deixar-ser. Afinal, depois que se descobre como usar as palavras para ganhar argumentos, discutir, convencer e destruir expectativas, ou seja, depois que se aprende a usar palavras, acaba se tornando mais...
May 2011
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esta seria a nossa realidade;
Eu abri o guarda-roupa mais uma vez. Neste momento, entretanto, de fato me pareceu inútil. Não estava mais com o rosto contorcido de desespero e esperança, não acreditava mais que seu cheiro pudesse suprir aquele buraco frio dentro de mim. Nada disso. Agora só o abri por… não sei. Só o abri. E lá estavam suas roupas, empilhadas na sua organização estúpida. E logo veio também o seu cheiro, me...
April 2011
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trapped in a web, but thinking that my spider is...
O que minhas mãos procuram no ar é o que minha mente está tão farta. Você deveria estar aqui, perto o bastante para eu sorrir e longe o bastante para te olhar. E o seu rosto que, se completando num sorrisinho bobo, ia me atrair para tão perto?
Quero toda a sua poesia de volta. Venha, traga-me todas as palavras. E como não consigo cansar deste ciclo? Você vem, você vai, e parece deixar comigo...
March 2011
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a fúria do vento;
Prólogo
_ Vamos, você consegue! – suas palavras quase sumindo pelo barulho das ondas.
_ Você pula logo atrás de mim?
Eu estava nervosa. O vento molhado batia forte contra o meu rosto e fazia meus cabelos voarem num pequeno furacão enquanto, eu, tentando inutilmente disfarçar meu total despreparo, forçava um sorriso. Olhei novamente para baixo. Vertigem. O mar vivia em fúria, castigando o rochedo –...
como deuses imperfeitos;
Eu ainda me lembro, quase como um quadro feito a tinta aguada e fraca, dos prédios subindo aos céus, infinitos. Dos pequenos carros dando voltas tolas, do barulho tão frágil lá embaixo.
E nós dois só observávamos, como deuses imperfeitos, curtindo nossas imperfeições. Brincando de deuses, brincando de céu.
A pequena janela se abriria mais uma vez. O vento entraria. Passearíamos um pouco por nós...
January 2011
3 posts
sobre a espontaneidade;
Questão estranha esta de “deixar-se ser”. Ainda me lembro dos dias em que, sentando na cama, fiquei inutilmente refletindo sobre quem era e quem deixava de ser. A simplificação com adjetivos é quase inevitável. E, de fato, assim como Edgar Allan Poe, prometo glória instantânea a quem escrever uma pequena obra denominada “Meu Coração Desvelado”. Como por em palavras uma invenção barata - que é o...
O rio, o frio e os dois;
O dia começava a dar as mãos a Noite - o crepúsculo rosado dos dias de inverno. No píer em que me encontrava, as pessoas começavam a se retirar em direção às casas, algumas se abraçavam pela necessidade de calor. O rio passava lento, aparentemente gelado, de um azul índigo que tornava possível a idéia do rio congelar a qualquer momento. Não havia céu, somente nuvens cinzentas imóveis.
Do meu lado,...
Para o Ano me olhar e sorrir também;
ou 2010: O Ano
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Se um ano merece retrospectiva, 2010 é este ano. Seria injusto comigo, e com ele – o tal de 2010 -, dar adeus sem olhar para atrás. Olhar para trás é brincar com o passado, sentir velhas emoções e reconhecê-las, brincar com as cores, por vezes embassadas, do que já passou.
Alguns anos são 365 dias, outros 366. Mas são poucos aqueles anos reviravoltos, importantes, essenciais,...
December 2010
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I need you now;
Quando o mundo parece querer desabar dos céus, as nuvens carregadas de desastre, quem passa pela minha mente? Quem é que minha acalma e me convence de que está tudo seguro, de que tudo vai dar certo, de que a chuva vai passar? Quem é o tempo bom em si?
A saudade vem quente e vem dor. Te acalma e te aflige.
E quando escuto as palavras inesperadas que dizem que significo tanto para você, sorrio sem...
November 2010
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Batalha do eu - parte 2
Entrei no ônibus sem muita esperança. O barulho parecia incomodar quase todos, mas não a mim. Eu estava praticamente surda, ocupada ouvindo minhas próprias loucuras, meus próprios pensamentos e também o meu próprio nada. O que somos senão todo nosso nada e todo nosso tudo?
O sol estava tímido e eu gostaria de não me importar com ele. Queria fechar meus olhos e nem pensar em dia. Dia de quê? Que...
October 2010
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tênis na janela;
Ainda lembro o momento que te prometi ser forte enquanto você estivesse fora. Acho que tremi um pouco a voz como quem duvida do que diz. As memórias se tornam coisa pouca quando se tem cheiro, sabor e toque. O passado se torna escasso quando se tem vida. Mas ainda sim, aqui estou eu, tentando criar e fortificar um castelo ou alguma forma de defesa. Será que ao menos quero me defender?
Este...
September 2010
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Dando um pause na pausa;
Minhas intenções com este post podem ser exemplificadas por uma sensação estranha: é a primeira vez que escrevo diretamente pelo editor de posts. Isso porque sempre escrevia textos no Word e horas, ou dias, depois acabava os colocando aqui nesse receptáculo de textos aleatórios (também conhecido como blog).
Com o tempo a gente vai descobrindo coisas importantes: não é muito inteligente nomear...
July 2010
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Vendaval de Julho
Às vezes por pouco não enlouquecia, a chuva misturava-se aos papéis insossos, a pressa tropeçava na falta de alguém. Alguém para quê? Alguém para ter. Alguém para divagar sobre tudo e sobre o Nada. Alguém para dizer o que achou daquele pássaro que voou baixo naquela mesma manhã. Alguém para convencê-lo do contrário. Alguém para ter algum sentimento, qualquer coisa que se sinta. Alguém para chamar...
June 2010
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na forma de um sentimentozinho ruim e gelado no...
Brinco com as chaves e com os dedos, o destino brinca comigo. Perco-me um pouco pensando na hora (será tarde ou será cedo?), pensando na vida e, mesmo conhecendo as conseqüências, pensando no passado. O passado tem essência estranha, complicado saber se é bom ou ruim encará-lo, dizer boas verdades, gritar indignações para a névoa intocável. Noto que o que me preocupa é o não-saber, a dúvida. O...
"A verdadeira cor das coisas" OU "A constante...
Meus curtos cabelos ao vento do litoral incansável. O vai-e-vem das ondas se misturando ao vai-e-vem da vida. Tão difícil não lembrar aquela amizade que se desenhava tão agradável, torta e cheia de cor. Tão chato notar que o desenho se apagou e a verdadeira cor das coisas ficou tão aparente e apática. E o sentimento incompreensível…
O mar me lembra sobre seguir em frente, sobre não...
sem título.
O ventilador gira inesgotável logo acima. Minha mente cansada, metade louca metade sã, tenta coordenar sentimentos incoordenáveis, compreender sensações tão do passado…
E eu não sou o mesmo do passado. Muita coisa mudou, então acho imbecil me sentir incomodado por uma sensação tão… velha. Se ao menos tivesse nome… (aprendemos que é mais fácil odiar uma coisa depois que a...
música, pensamentos perdidos e vida em geral.
O sol rompeu as nuvens. Eu apreciava seus cabelos dourados quando você fechou os olhos, graciosa, e me sorriu. Guardei aquele sorriso sincero e preguiçoso na memória mais inesgotável e sorri de volta.
Agora eu estava deitado no gramado sem fim e você se deitava no meu peito, um pouco inclinada. As pernas dobradas e balançantes. Ambos olhávamos para o céu azul, as nuvens passeando...
May 2010
3 posts
bitter-sweet simphony
Dose Um:
As luzes eram tão brancas que o faziam fechar os olhos. O tempo era incalculável, o relógio desaprendera a contar. O velho homem murmurava palavras desconexas, tentando entender o que havia acontecido. E tudo aconteceu tão rápido… Houve o sufoco, a falta de ar e, a seguir, o chão. Com as mãos trêmulas, pegou o telefone e tentou ligar para a emergência. Tremia tanto que errou o...
April 2010
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a mulher da janela e o homem do olhar mundano;
Por vezes, quando a luz era fraca e cambaleante, perdia-se no parapeito da janela. Havia algo assustador e atraente em poder ver e ser vista. Quem poderia dizer quem era aquele homem que passava apressado, sua maleta fraca nas mãos? Quem poderia dizer quem era a mulher triste que andava sem olhar? E quem poderia dizer quem era aquela sonhadora perdida que pairava por detrás da janela?
Olhava...
March 2010
5 posts
outuno;
Quando a olhei tive certeza. Ela estava sentada debaixo da macieira, encostada na árvore e curva em seus pensamentos. Podia jurar que seus olhos estavam fechados, perdidos em alguma fantasia tão possível, tão real. Se sonhasse com um amor possível, por que não abria os olhos? E me veria…
Em sua mão direita morava um livro com uma capa antiga, quase amarela. Na esquerda, anéis e pulseiras que...
near life experience;
A melhor parte de dormir era acordar. Tão bom acordar com você do meu lado, tão distraído e com sono. Acordar era ver e rever sua paz, aparentemente sem fim. E quando acordasse, me daria aquele sorriso sincero que só você sabe dar. Um pouco de lado, um pouco ingênuo, um pouco tudo. E me diria algumas palavras sem sentido; eu estaria perdido em alguma parte do seu rosto. Seu queixo, talvez suas...
ao avesso.
Cansado de ter que escapar da urgência dos que clamam por pressa e mais pressa, apressados demais para notarem a própria calma, deixei-me perder no canto mal-iluminado do meu quarto.
A esquina de duas paredes verdes e frias (ainda invento uma parede quentinha, dessas que não precisam acompanhar um travesseiro nas costas para serem confortáveis). No inicio, não havia pressa ali. As poeiras...
Slow Blogging;
Enquanto deixo minhas idéias pipocarem (surgirem, sumirem e ressurgirem), algo interessante pode caminhar por aqui? (e justificar a falta de postagem).
Manifesto Slow Blogging!
mirror and garden;
Ela ainda não havia decidido sobre ir ou não até o jardim. Podia observá-lo pela janela molhada; tão morto e tão esquecido. A chuva parecia cair eterna, como o sentimento de indecisão que parecia reinar e fixar aquela mulher ao passado. E à inércia.
Perambulava pela casa, sem esperança e sem nada. O nada que veio depois de tudo. De fato, a perfeição sumira tão repentinamente que o queixo caído...
December 2009
3 posts
sobre as pequenas grandes coisas;
Não é só de grandes acontecimentos que se fazem as mudanças. Grandes mudanças acontecem por pequenas coisas. É a música com o ritmo perfeito, o livro que te envolve e acalma, é um olhar sincero de saudade, o bobo orgulho que não reescreve. Às vezes me parece que não somos nós que controlamos nossos pés. Será que somos fruto de bilhões de coincidências? Engraçado saber que isso não conforta....
Julie & Julia
Assistir ao filme “Julie e Julia” no cinema foi exatamente como comer um bom bolo de chocolate em um fim de tarde: agradável, satisfatório, mas nem tão necessário assim.
E, para falar a verdade, descobri que gosto desse tipo de cinema. O cinema descontraído, recorte de uma vida e outra, simpático e leve.
Os bilionários efeitos especiais ficaram guardados na dispensa e fez-se uma torta recheada...
Sorriso de Diamante
Nós dois sabemos que este é o inverno. Sim, aquele mesmo que estávamos esperando. Vai me falar que não se lembra das vezes que nos aproveitamos só por causa do medo desse inverno chegar? O inverno é o medo bobo da mudança, a assustadora presença da iminente ausência.
Mesmo assim, você me ensinou que as coisas são tão fortes que resistem ao tempo. Você me ensinou tanta coisa… Me ensinou a...